Fundos de Investimento — Dicas Para ir Bem na Prova de CPA-10

Os fundos de investimento são o principal assunto da CPA-10, e se você quer mandar bem na prova, precisa entender tudo sobre eles! Para quem já conhece o mercado, não é exatamente um desafio entender como eles funcionam, mas mesmo assim tem alguns detalhes que são muito importantes para a prova da certificação! Portanto, nobre gafanhoto, mesmo se você já domina o assunto, as dicas que eu trouxe aqui vão te ajudar a relembrar e aproveitar melhor seu conhecimento para o exame. Confira!

Saiba bem os tipos de fundos de investimento

Fundos de investimento não são só um dos assuntos mais abordados na CPA-10. Eles fazem parte das outras certificações da ANBIMA, incluindo as CPA-20 e CEA e também as da Ancord. Um dos principais pontos que você precisa entender para chegar na prova manjando dos paranauês são os tipos de fundos. São dois:

Abertos

Quando um fundo é aberto, significa que qualquer investidor pode, a qualquer momento, investir nele, e as cotas disponíveis para compra são ilimitadas. Porém, não é porque ele pode entrar a qualquer momento que ele pode decidir, um dia, e simplesmente sair do fundo. Isso vai depender da carência. Fundos com carência não permitem que o investidor saque seu dinheiro antes do tempo estimado, ou seja, somente nos que não têm carência ele poderá resgatar o dinheiro com o rendimento quando desejar.

Fechados

Fundos de investimento fechados têm um número de cotas limitado, e ele começa em uma data certa, quando todos investem, e pode também ter uma data para acabar. Caso o investidor precise sacar o dinheiro, ele irá precisar negociar as cotas compradas no mercado secundário. Ele precisará procurar alguém que queira comprar dele as “fatias” do fundo e, então, vendê-las. O que não se pode fazer é resgatar, de fato, as cotas.

Conheça as políticas de investimento

Todo fundo tem uma meta, um objetivo. A principal ideia dele é, claro, chegar lá! Porém, o gestor desse fundo não pode simplesmente fazer o que quiser para isso. Ele precisa definir se ele quer acompanhar ou superar o seu benchmark, que é o que o fundo toma como referência (CDI, Ibovespa ou as respectivas moedas, no caso de fundos cambiais). A maneira como ele fará isso que é, de fato, a política de investimento. Se o objetivo do gestor for superar o benchmark, ele deve fazer uma gestão ativa dos investimentos. Caso a meta seja somente acompanhá-lo, chamaremos essa gestão de passiva. Gostou das dicas? Aproveite e confira mais informações em nossa playlist sobre o assunto no YouTube! Quer mais artigos? Acompanhe o blog da T2 Educação!
Tiago Feitosa
Tiago Feitosa

Graduado em Matemática e pós graduado em negócios bancários pela FAAP. Possui as certificações CPA10, CPA20, CEA e AAI, além disso é Consultor de Valores Mobiliários credenciado na CVM. Se dedica a ajudar cada vez mais pessoas a se capacitarem profissionalmente.

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