Gestão Emocional — O Que é Esse Conceito?

Durante um dia de trabalho, você já se viu ansioso ou nervoso com alguma situação? Para grande parte das pessoas, essas são sensações comuns na rotina e que, quase sempre — senão sempre —, atrapalham a produtividade. A gestão emocional é essencial para manter a “cabeça no lugar” nessas horas. 

Diferente do que alguns podem pensar, esse conceito não se trata de ignorar emoções. Muito pelo contrário. 

Quer entender melhor sobre o assunto e ver como essa técnica pode melhorar o seu dia a dia? Vem comigo, então!

O que é gestão emocional?

A gestão emocional é uma das soft skills mais valorizadas por empresas no mundo todo. Ela se trata da capacidade de avaliar e entender as suas sensações para, só assim, tomar decisões assertivas.

Dessa forma, evita-se agir por impulsividade — o que quase sempre piora experiências que já podem ser minimamente negativas. A partir da gestão das emoções, há a possibilidade de transformar essas impressões. 

Para você entender ainda melhor, vale a pena conceituar o que são emoções e por que elas são diferentes de sentimentos. 

O que são emoções?

De acordo com uma vertente da neurociência, emoções são respostas comportamentais e cognitivas automáticas para estímulos que recebemos. Portanto, são inconscientes, primitivas e impulsivas. 

Sendo assim, “emoção” é aquela primeira coisa que você sente quando algo acontece. O sentimento, por sua vez, é quando essa experiência é racionalizada e o cérebro dá significado a esses impulsos emocionais. 

A gestão das emoções, portanto, não se trata de eliminar esses impulsos — o que é impossível —, nem ignorá-los, mas sim de identificar de onde eles vêm e porque estão sendo formados, para, a partir disso, agir. 

Por que a gestão emocional é eficaz no ambiente de trabalho?

Tenho certeza que depois de ver a definição de gestão emocional, você já sabe porque ela é valorizada no ambiente de trabalho. Mas vamos analisar um exemplo prático que vai deixar tudo mais claro. 

Imagine que você trabalha em um banco e o seu chefe te pede para dar uma palestra sobre criptomoedas e blockchain para os seus colegas de trabalho. 

Você já acompanha esse mercado há anos, desde quando o Bitcoin foi criado. Além disso, é apaixonado pelo assunto, está sempre atualizado sobre as novidades e ainda faz alguns investimentos no produto. Ninguém na sua agência entende melhor do que você sobre esse tema. 

Mesmo assim, com a possibilidade de ter que falar para eles, você fica nervoso. A sua primeira emoção quando o seu chefe reconheceu o seu conhecimento não foi orgulho, e sim ansiedade. 

Você consideraria dizer não a este pedido? Essa seria uma baita oportunidade que você perderia por não saber administrar o que sentiu.

A gestão emocional te daria alguns mecanismos para enfrentar isso:

  • ajudaria a entender porque você ficou ansioso (você não se sente preparado?);
  • faria você pensar no que fazer para melhorar essa sensação (focar no seu preparo e na sua apresentação);
  • permitiria que você valorizasse o pedido do seu chefe, que reconheceu a sua autoridade no assunto;
  • entre outros. 

Deu para entender porque essa é uma habilidade importante no dia a dia? 

Esse é só um exemplo, mas isso se aplica em inúmeras outras situações. Em todos esses casos, você pode empregar algumas técnicas. Veja a seguir.

3 técnicas de gestão emocional para o ambiente de trabalho

A gestão emocional é uma habilidade que pode ser desenvolvida. Ninguém nasce sabendo como controlar os impulsos, mas com algumas técnicas você vai aprendendo a administrar melhor o que sente a fim de não deixar isso atrapalhar a sua produtividade. 

1. Nunca aja de acordo com o seu primeiro impulso

Suponha que você recebe um e-mail grosseiro de um dos seus clientes. A vontade que dá, com certeza, é responder na mesma moeda, certo? Mas, sem dúvidas, isso é uma coisa da qual você vai se arrepender assim que fizer. Portanto, não vale a pena. 

Por isso, nesses momentos, prefira entender o que está sentindo, processar tudo, para depois, tomar uma atitude. Nessas horas, escrever para si mesmo o que está sentindo pode ser muito útil. 

2. Seja racional

É muito comum a gente criar cenários na nossa cabeça e tomá-los como verdadeiros —  o que nos faz sofrer por antecipação e gastar muita energia desnecessária. Por isso, quando enfrentar situações assim, pense que raramente as coisas acontecem como você imaginou. 

3. Não julgue suas emoções

Emoções negativas existem e são normais. Não tem como evitar, mas é possível viver melhor com elas. Parte desse processo é entender como enfrentá-las. Para isso, você precisa explorar como se sente. Sendo assim, preste atenção em tudo e tente identificar os gatilhos que despertam essas sensações.

Além dessas dicas, existem diversos outros mecanismos para desenvolver essa capacidade. Hoje, existem cursos para ensinar algumas técnicas dessas, sabia?


Saiba mais neste artigo sobre Curso de Gestão Emocional: Saiba Como Colocar Em Prática.

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