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Juros Simples e Composto — Dicas Para Não Errar Ao Tirar Sua Certificação

Será que você está bem preparado para tirar seu certificado? Um dos assuntos mais comuns no teste e que às vezes faz os candidatos errar de bobeira é o juros simples e composto. Você sabe a diferença para calcular cada um deles? Para acabar com suas dúvidas e garantir que não errará questões relacionadas a esse tema, eu preparei algumas dicas de sucesso. Continue lendo e descubra!

O que são juros simples e composto?

Em primeiro lugar, é importante ressaltar que a taxa de juros é uma correção monetária sobre uma quantia emprestada.  A instituição que te ofereceu esse dinheiro, para ganhar algo com essa transação, define uma margem extra para que, quando você pague, também tenha que dar um pouco a mais nas parcelas. A ideia principal por trás disso é não só que o agente que está realizando esse empréstimo deve ter algum benefício por assumir o risco, mas também é sobre a desvalorização do dinheiro. Para garantir que não haja perda de valor, os juros são cobrados para corrigir a inflação. Porém, existe mais de uma maneira de calcular essa taxa, que seriam os juros simples e composto. Entenda como funciona cada um para não se confundir em sua prova de certificação da ANBIMA!

Juros simples

Como o próprio nome sugere, o seu cálculo ocorre de forma simplificada. Na matemática financeira, é uma taxa sobre um montante fixo ao longo do tempo. Ou seja, as parcelas sempre serão as mesmas.  A fórmula é a seguinte: j=C.t.n M=C +(i.n) Na qual j é o juro, C é capital, t é a taxa de juros, M é o montante e t representa o tempo. Por exemplo: pense em um empréstimo de R$2000 que deve ser quitado em três meses, com juros de 2%. Essa porcentagem representa R$40, de modo que, em três meses, o juros é de R$120. Ou seja: M = 2000 + 40.3 = 1120.

Juros compostos

Os juros compostos representam aquela famosa frase “juros sobre juros”. Ou seja, ao invés de contar com uma variável fixa, há uma sobreposição de taxas de acordo com o período. A fórmula utilizada é: 1º período: M1 = C(1+i)  2º período: M2 = M1(1+i) ao quadrado 3º período: M3 = M2(1+i) ao cubo Usando a situação anterior, é possível chegar aos seguintes resultados: M1 = 2040 M2 = 2080 M3 = 2122,42 Entendeu a diferença entre juros simples e composto? Continue lendo o blog da T2 Educação para saber mais!  
Tiago Feitosa
Tiago Feitosa

Graduado em Matemática e pós graduado em negócios bancários pela FAAP. Possui as certificações CPA10, CPA20, CEA e AAI, além disso é Consultor de Valores Mobiliários credenciado na CVM. Se dedica a ajudar cada vez mais pessoas a se capacitarem profissionalmente.

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